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Parábolas que ensinam sobre a vigilância

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O cidadão do reino de Deus confronta-se o tempo todo com situações que exigem dele uma tomada de atitude, experimentado uma situação crítica tanto no que diz respeito ao
juízo quanto ao seu proceder face às novas demandas da vida cristãs.   Com Cristo são estabelecidos novos padrões sociais, políticos e culturais que derrubam as antigas tradições, mitos e filosofias.

Os novos padrões precisam ser identificados com a Palavra de Deus.  É bom que sejam aqui lembradas as parábolas do vinho novo em odres velhos e do remendo novo em tecido
velho, bem como aqueles que nos alertam sobre o dia em que Deus nos trará a juízo.

MANTENDO A PERSPECTIVA DA VIDA
Na parábola do rico insensato, encontramos uma situação bastante cotidiana em que o maior valor da vida consiste não simplesmente em adquirir bens materiais, mas em conserva-los (Lc 12.13-21).   A satisfação das necessidades materiais é comum a todos.  Mas a satisfação da vida só pode ser alcançada em Deus. Quando se altera esta visão, colocando o acúmulo de bens como um fim em si mesmo, o homem começa a perder sua vida.

O sucesso hoje se mede em termos do simples acúmulo de bens.  Estes vão, assim, assumindo o lugar que pertence a Deus e endurecendo o coração.  Com isto assume-se uma postura imediatista, os planos tornam-se personalistas, não existe espaço para ouvir ninguém mais, nem Deus.   Passa-se a agir como Paulo menciona, a respeito daqueles que viviam em Éfeso:”Comamos, e bebamos, que amanhã morreremos” (1 Co 15.32).

O rico insensato julgava-se prudente, precavido e previdente. Na perspectiva dos homens, e hoje muito mais, seu raciocínio estaria corretíssimo.   Mas os olhos de Deus vêm
adiante. Pensava ter garantia de vida para muitos anos, mas o veredito divino resumia-se àquela noite.   Julgava possuir nas suas mãos a possibilidade de decidir o que fazer de sua alma (direi à minha alma) até o momento em que caiu diante da realidade.   Deus é Senhor de tudo e de todos, e seus planos não se alteram em função de fatores momentâneos.

A aplicação desta parábola é para todos os tempos e lugares.   A prosperidade material não pode servir como um substituto de Deus.   A tentação de confiar nelas, deixando de lado aquele que é o doador da vida e de todas as bênçãos, constitui-se numa armadilha.   A vigilância precisa ser constante a fim de não cairmos nestas armadilhas.   O foco precisa ser
mantido no Pai.

MUDANÇA TOTAL
Em Marcos 2.21-22, Jesus é questionado acerca do procedimento de seus discípulos em relação às práticas religiosas de seus dias; uma religiosidade exterior baseada na manutenção da tradição.   Leis quanto ao comer, vestir, andar, orar, leis para todas as coisas.   A experiência com Deus, que deveria libertar, é transformada numa escravidão que nem mesmos seus líderes conseguiam suportar.   Por isso Jesus referiu-se aos fariseus como sepulcros caiados, que cobravam de seus seguidores práticas que nem eles estavam realizando.

Hoje, provavelmente, a situação se alteraria um pouco.  Não  se cobra das pessoas o cumprimento de preceitos rigorosos e que as distinga das práticas do mundo, mas, pelo contrário, permite-se uma liberdade que se tranforma em acomodação aos padrões de comportamento vigente.  Você pode fazer o que quiser, ir aonde quiser, desde que continue freqüentando a igreja, entregando suas ofertas.

É o evangelho fácil, em que não se distingue o discípulo de Jesus Cristo por suas práticas, mas conforme é propagado: o que importa é o coração.  Isto significa não tomar conhecimento das palavras de Jesus, de que se conhece uma árvore pelos frutos que produz, ou de que a boca fala daquilo que o coração está cheio.

A mudança espiritual começa pelo interior, e vai tomando conta de tudo aquilo que fazemos, estabelecendo uma diferença significativa em relação às práticas de quem não tem uma experiência pessoal e íntima com Deus e a nossa.

Mais uma vez a tentação é grande.  Por que nos indispormos com amigos, familiares, colegas de trabalho, por não aprovarmos seus gestos, suas práticas, que todo mundo faz?  É
preciso lembrar que o senso comum não estabelece a vontade de Deus.

No Antigo Testamento, por diversas vezes os profetas foram perseguidos, ameaçados de morte, presos, punidos, porque não foram condescendentes com as práticas de seus dias.

Hoje, precisamos estar vigilantes em relação aos modismos religiosos.   A teologia da libertação surgiu como um destes modismos, proclamando que as igrejas deviam  preocupar-se primeiramente com as necessidades físicas daqueles que
sofriam privações.  Seu grande erro foi a confusão feita entre socialismo, ou política, e religião, embora tivesse um aspecto positivo.   Colocou na ordem do dia estas questões, fazendo-nos recordar que Jesus também se preocupava com elas.   Quando os seus discípulos queriam que fosse despedida a multidão a fim de que procurassem comprar o que comer, a resposta de Jesus foi: “Dai-lhes vós de comer”. Nesta ocasião multiplicou pães e peixes para que todos se alimentassem (Mt 14.15,16).

Mais recentemente estamos vivendo um outro modismo que já teve seus extremos.   O movimento pentecostal ou neopentecostal apresentou-se de tal forma que transformou o
Espírito santo em sua propriedade, em detrimento das igrejas chamadas tradicionais, e muitas vezes se esquece de Jesus, como Salvador e Senhor.   Esqueceram-se de que não existe vida cristã sem o Espírito de Deus.   Não há arrependimento de pecados sem ele. Também não há conversão. Não perceberam que a verdadeira renovação é aquela produzida no momento da conversão, que conduz a uma vida na dependência do poder e
da capacitação do Espírito de Deus, de acordo com sua soberana vontade, e não com os nossos caprichos.

VIGIAR É ESTAR PRONTO                                                                                                          Na parábola da figueira que não produzia frutos (Lc 13.6-9), Jesus mais uma vez nos chama a atenção para a vigilância de nossa vida enquanto seus discípulos.  Produzir frutos não é apenas uma das possibilidades que temos, mas é nossa razão de ser. A razão de ser dos filhos de Deus.   Como a figueira deve produzir seus frutos, assim é a vida espiritual: deve produzir frutos espirituais.

Através dos frutos que produzimos, agradecemos ao Senhor pela benção da salvação, ao mesmo tempo que testemunhamos da vida e do poder de Deus que opera em nós.  Os frutos estabelecem a diferença entre a figueira que só ocupava lugar, era vistosa aos olhos de todos que passavam, ocupava um  espaço que poderia estar sendo utilizado por outra planta que fosse mais útil.   O povo de Israel foi declarado por Deus povo escolhido, especial para ele, que deveria servir como referência para todos os povos, demonstrando o que é preciso fazer para adorar ao único e verdadeiro Deus.  Quando se desviou deste propósito, Deus providenciou um enxerto para que o mundo pudesse conhecer a sua glória.

A mensagem de Jesus era que ávida que ele nos trouxe não devia ser somente de aparências.  É resultado de uma mudança interior, que se expressa por ações.  Não bastava nos tempos de Jesus, assim como não basta hoje, ser chamado de povo de Deus.

Nossas atitudes, tanto no proceder diário que demonstra a motivação produzida pelo Espírito de Deus em nós, quanto no proclamar as boas novas de salvação a quem não conhece, demonstram o poder do Espírito, fazem da vida daquele que se apresenta um instrumento em suas mãos.   Elas são a prova visível e incontestável da nossa vitalidade espiritual.

Quantas pessoas passam anos e anos como membros de uma igreja e o máximo de testemunho que se pode dar a seu respeito é que ele, ou ela, não faz nada de mal.           Na vida espiritual não é suficiente apenas não praticar o mal, é necessário fazer aquilo
que não João (15.8) chama de frutos, os quais expressam a natureza gloriosa do Pai, demonstrando, assim, que somos seus discípulos.

A figueira infrutífera tem sido interpretada por muitos como uma referência a Israel. Outros tantos preferem interpreta-la como sendo a igreja.   Tanto uma como outra interpretação devem nos fazer atentos para o fato de que ela é a expressão de vida produtiva.   Certamente Jesus tinha um propósito em usar como exemplo nesta parábola uma árvore frutífera.   Poderia ter tomado muitos outros exemplos de plantas de seu tempo.   Mas queria que associássemos a vida que nos trouxe com algo que nos trazia bênção, mas que com certeza devia servir para abençoar muitas outras vidas também.

A figueira para dar frutos precisa sempre ser limpa, podada, adubada.   Devemos estar atentos à nossa vida para que ela não se suje com o pecado, não cresça com galhos que não servem  para edificação e que esteja sempre adubada pela Palavra de Deus e pelo poder do Espírito Santo.

Fonte: pibni

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